O “nascimento” do paple

Dezembro 29, 2007

Sem outra chance de entrar em Porto Claro, surge então Armando de Kergaz, que se tornaria cidadão daquele país.

No momento da criação e depois de entrar no país, NINGUÉM conhecia Armando de Kergaz. Isso, por si só, deixaria-o livre da acusação de espionagem.

Kergaz entrou em Porto Claro no dia 19/12/2005, filiou-se no PSDN, partido do “amigo” Luiz Monteiro, e logo seria eleito senador da República.

Sem tempo macro, sua passagem no Senado foi bastante discreta. Até o momento, Kergaz não chamava grande atenção, mas então ele resolve “agir”.

Curiosamente, após ter seu visto de entrada em Porto Claro negado, Alexandre Carvalho recebeu uma ligação de João Paulo Real, advogado portoclarense, que se dispos a entrar com um pedido na justiça daquele país, a fim de conseguir o visto para o jornalista.

Não sabíamos quais eram as intenções de Real, e tínhamos certa ressalva com este senhor, já que ele teria praticado paplismo em Reunião, como o nome de Gustavo Trident, tendo sido expulso do país, vejam vocês, pelo premier Alexandre Carvalho.

Aceitamos a empreitada, mas João Paulo Real não atingiu seus objetivos e Carvalho continuava proibido de entrar em solo portoclarense.

O rompimento das relações

Dezembro 20, 2007

Os resultados do Tratado de Comidine, como era chamado, foram o rompimento das relações diplomáticas entre os dois países, primeiro por parte de Reunião, e logo em seguida por Porto Claro.

Com a decisão, os cidadãos de Reunião que estavam em Porto Claro tiveram que deixar o país, fato igualmente ocorrido em Reunião. As fronteiras eram então fechadas aos cidadãos dos dois países.

Posteriormente, já desprovido do cargo de Chanceler, e Reunião sendo embargada pelo pseudo-organização OMU, Alexandre Carvalho e Filipe Oliveira tentam entrar em Porto Claro como jornalista, mas os vistos foram negados.

Foi exatamente neste momento que surgiu Armando de Kergaz.